Noite de gala

Na sua despedida Marcos faz de pênalti e emociona torcedor alviverde.

Vexame Gunner

Arsenal cai nos pênaltis e é eliminado para time da quarta divisão .

Novela terminando...

Dunga deve fechar com o Inter nessa quarta.

Ibra brilha novamente

Atacante marca três e PSG goleia no Francês.

Avançou

Com time misto, Roma bate Atalanta e avança na Copa da Itália.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Apesar de acerto verbal com o Santos, Grêmio pode fechar com William José

A pedido de Luxemburgo, clube gaúcho pode atravessar o Peixe e contratar o atacante que está no São Paulo. Jogador já tinha acertado e falava como novo reforço do clube

 

Bruno Cassucci - 10/12/2012 - 21:11 São Paulo (SP)

Willian José - São Paulo (Foto: Miguel Schincariol)
William José pertence ao Deportivo Maldonado (Foto: Miguel Schincariol)

O Santos pode ver a contratação do atacante Willian José, atualmente no São Paulo, "melar". Isso porque, mesmo tendo um acordo verbal com o Peixe, o jogador pode fechar com o Grêmio. A pedido do técnico Vanderlei Luxemburgo, o clube gaúcho entrou na disputa pelo jogador e apresentou proposta aos representantes do atleta.

Como não assinaram nenhum documento com o Alvinegro, os agentes do atleta abriram negociações com o Grêmio e esperam definir o futuro do centroavante ainda nessa semana.

    Embora dirigentes do Santos evitassem falar sobre o acordo com Willian, a transferência já era dada como certa. Até o atacante falava como reforço do clube e chegou a vislumbrar uma parceria com Neymar.

Willian, que será titular na final da Copa Sul-Americana nesta quarta-feira, diante do Tigre (ARG), tem contrato de empréstimo com o São Paulo até o fim da temporada e não deve permanecer no Morumbi. Ele tem os direitos vinculados ao Deportivo Maldonado, clube uruguaio, que pertence ao empresário Gustavo Arribas.

Procurados, diretores do Grêmio não atenderam os contatos da reportagem do LANCE!Net. O clube gaúcho, que conta com André Lima, Marcelo Moreno e Kleber, procura centroavantes para a próxima temporada.

Recentemente, o Santos foi atravessado na contratação de Diego Souza, que, após ficar próximo da Vila Belmiro, acabou indo para o Cruzeiro.

 

LANCENET

domingo, 2 de dezembro de 2012

Mistão do São Paulo vence Corinthians no Pacaembu

image


    O São Paulo surpreendeu ao escalar os reservas para o clássico com o Corinthians, mas mesmo assim mandou o rival para a disputa do Mundial de clubes no Japão com uma derrota por 3 a 1 na mala. Na última partida antes da estreia no torneio internacional, o atual campeão da Libertadores, neste domingo visitante no Pacaembu, saiu na frente com Guerrero, mas permitiu a virada do adversário ainda no primeiro tempo, gols de Douglas, após belo passe de Ganso e Maicon. O Alvinegro teve um gol mal anulado feito por Douglas que empataria o confronto em 2 a 2.

Na etapa final Maicon fez outro em falha feira do zagueiro Wallace quando o Alvinegro já tinha um homem a menos. Jorge Henrique, colocado em campo no fim do primeiro tempo no lugar de Guerrero, foi expulso por chute em Casemiro. Guerrero, aliás, preocupa por lesão. Ele machucou ligamento medial do joelho direito em dividida com João Filipe e será examinado nesta segunda-feira. Willian José também levou vermelho no fim.

O Corinthians poderia ter encerrado o Campeonato Brasileiro com a melhor campanha do segundo turno caso tivesse ganhado, mas termina atrás de São Paulo e Fluminense - 35 pontos contra 33 -, em quinto lugar e com total de 57 pontos. O São Paulo fica em quarto, com 66 e disputará a pré-Libertadores em 2013. A vaga corintiana na fase de grupos está assegurada pelo time ser o atual campeão.

Os titulares tricolores voltam a jogar na próxima quarta-feira, no duelo de ida da final da Copa Sul-Americana, contra o Tigre, na Argentina. A segunda partida acontece em 12 de dezembro, no Morumbi, mesma data da estreia do Corinthians no Mundial, contra rival ainda não definido.

O Corinthians viaja para o Japão na madrugada desta terça. Milhares de torcedor devem se despedir do time no caminho do Centro de Treinamento alvinegro até o Aeroporto de Guarulhos.

O jogo

A movimentação inicial supunha um atropelo corintiano. Marcando em cima, como de costume, a equipe alvinegra quase aproveitou duas bobeadas de João Filipe. Na primeira, com menos de um minuto, ele fez inversão perigosa que arrepiou a torcida. Depois, perdeu bola à frente da área, mas se recuperou a tempo de impedir o ataque.

O zagueiro, porém, não teria a mesma sorte aos 12 minutos. Desarmado, ele viu Douglas passar a bola a Guerrero na meia-lua. O centroavante peruano ainda fintou outro defensor e, de perna direita, chutou cruzado e rasteiro, no canto baixo do goleiro Denis, que não conseguiu fazer a defesa.

Mesmo inteiramente reserva, o São Paulo reagiu bem ao golpe, graças ao futuro titular Paulo Henrique Ganso. O meia enfiou ótimo passe para Douglas, atrás da dupla de defesa. O lateral, que vem jogando ultimamente no meio-campo, saiu na cara de Cássio e tocou na saída do goleiro para igualar o marcador dois minutos depois da abertura do placar.

Mais tarde, aos 23 minutos, em outro passe de Ganso capaz de enganar a marcação corintiana, Maicon recebeu na intermediária e bateu colocado de longa distância. Cássio saltou à toa, porque a bola entrou no ângulo direito, decretando a virada.

O resultado parcial seria garantido até o intervalo, muito por conta de Casemiro. O volante, bastante combativo, neutralizava as principais armas corintianas, em especial Emerson. Denis também papel importante, fazendo defesa magnífica aos 27 minutos, em chute à queima-roupa de Douglas.

Ainda assim, o Corinthians poderia ter descido ao vestiário com empate. No último lance do tempo regulamentar, Denis defendeu parcialmente arremate de Douglas, e Jorge Henrique, praticamente em cima da linha, desviou para a rede. O assistente apontou impedimento inexistente, e o árbitro invalidou o gol, para desespero do técnico Tite.

No segundo tempo, os garotos são-paulinos jogaram como se tivessem longa experiência. Sem sofrer riscos defensivos, o time mandante deste domingo segurou bem o resultado. Casemiro, que, aos 20 anos, é um dos mais experientes do elenco, ainda conseguiu irritar os corintianos e cavar a expulsão direta de Jorge Henrique, aos 22 minutos.

Dez minutos mais tarde, o São Paulo selou o resultado positivo. Maicon aproveitou falha de Wallace, invadiu a área e chutou cruzado, sem chance para Cássio. Como no primeiro turno, uma nova virada no Pacaembu, mas desta vez como mandante.

 

ESPN

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Em duelo direto, São Paulo vence Vasco e cola de vez no G4

Luis Fabiano marcou mais um e prolongou a boa fase. Foto: Bruno de Lima/Agência Lance

Luis Fabiano marcou mais um e prolongou a boa fase
Foto: Bruno de Lima/Agência Lance

  A vitória sobre o rival Palmeiras no sábado fez bem ao São Paulo. Nesta quarta-feira, a equipe tricolor venceu o Vasco por 2 a 0, no Rio de Janeiro, e ficou a um ponto do G-4 da Série A do Campeonato Brasileiro. O atacante Luis Fabiano e o goleiro Rogério Ceni foram os principais protagonistas do duelo novamente.

Com o triunfo obtido no Estádio São Januário, o time paulista foi a 49 pontos, um a menos do que o próprio Vasco. O ingresso no pelotão da frente pode ocorrer já no domingo, contra o Figueirense, no Morumbi. Os cariocas buscarão a reabilitação visitando o Santos no mesmo dia.

O São Paulo começou aceso. E, aos 20min, após assustar Fernando Prass em algumas oportunidades, o time visitante abriu o placar. Luis Fabiano recebeu fora da área, cortou um zagueiro e bateu rasteiro.

O Vasco reagiu. Aos 29min, Alecsandro roubou bola no meio-campo e acionou Éder Luís. O atacante carregou e exigiu boa intervenção de Rogério Ceni. Foi o São Paulo, porém, quem continuou melhor e quase ampliou.

E o segundo tento são-paulino saiu no começo da etapa complementar. O atacante Osvaldo driblou Auremir duas vezes e colocou a bola no ângulo de Prass: 2 a 0. Na sequência, os anfitriões bem que tentaram esboçar uma reação imediata, mas Ceni, fechando o gol várias vezes, impediu. Uma ótima atuação do capitão tricolor.

 

Terra

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Sem dor na coxa, Luis Fabiano garante presença em Choque-Rei

    A coxa direita não incomoda mais Luis Fabiano. Depois de perder três compromissos pelo São Paulo e ser cortado do jogo de quarta-feira contra a Argentina, pela Seleção Brasileira, o atacante diz que estará em campo no clássico de sábado, diante do Palmeiras, no Morumbi.

"Desde a semana passada eu já não sentia dor. Com certeza, se tudo ocorrer como vem ocorrendo, no sábado estarei em campo", disse o jogador, em entrevista à Fox Sports, nesta segunda-feira.

Além do Campeonato Brasileiro, o time tricolor disputa as oitavas de final da Copa Sul-americana, contra a LDU de Loja, do Equador. A conquista do torneio sul-americano, que também daria vaga na próxima edição da Copa Libertadores, é o grande sonho da temporada.

Divulgação

Luis Fabiano ficou fora de três compromissos do São Paulo (Crédito: Dorival Rosa/VIPCOMM)

"A gente precisa lutar para ganhar esse título. No Brasileiro, estamos quatro pontos atrás do Vasco e temos confronto direto com eles, mas acho que a gente precisa ganhar um título neste ano. Só a gente que não ganhou", comentou o jogador, referindo-se aos rivais paulistas.

O camisa 9 ainda lamentou ficar de fora do amistoso contra a Argentina, no qual poderia se firmar para as futuras convocações de Mano Menezes.

"Era a grande oportunidade. Infelizmente tive esse contratempo. É uma coisa que vem me atrapalhando desde o ano passado. Tenho condição de ajudar a Seleção. Preciso ter sequência. Espero que o ano que vem, não descartando esse fim de ano, seja totalmente diferente e que eu consiga jogar direto", concluiu.

 

Gazeta Esportiva

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Confirmado! Ganso é o novo reforço do São Paulo

Jogador diz que desde o início do interesse do Tricolor quis se transferir para o clube. Negociação foi concluída na madrugada desta sexta-feira


Sorridente, Paulo Henrique Ganso veste a camisa do São Paulo pela primeira vez
(Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

O Santos é passado para o meia Paulo Henrique Ganso, nascido e criado para o futebol na Baixada Santista. Após assinar contrato com o São Paulo, em negociação encerrada na madrugada desta sexta-feira, o meia já vestiu a camisa do Tricolor e falou como jogador do clube. Ele assinou contrato de cinco anos e receberá R$ 350 mil.

Em entrevista ao site oficial do Sampa, Ganso, que posou com a camisa 8, falou com entusiasmo da oportunidade de reforçar o rival do Peixe, pelo qual despontou para o futebol brasileiro. Na nota da entrevista, o site do Tricolor o chama de "São Paulo Henrique Ganso" e anuncia a apresentação do atleta para o próximo domingo, antes do confronto com o Cruzeiro, no Morumbi.

- Estou muito feliz. Uma alegria enorme. Um desejo realizado. Desde que o São Paulo mostrou interesse em me contratar, minha disposição era acertar logo. Agradeço o interesse dos outros clubes, mas o São Paulo mexeu comigo. Agora que deu tudo certo, não vejo a hora retribuir todo esse esforço da diretoria dentro de campo e representar bem a nação tricolor - afirmou Ganso.

O jogador também foi taxativo ao dizer que não via a hora de defender o clube do Morumbi. Ele revelou que desde o momento em que o São Paulo demonstrou interesse no seu futebol, sua intenção era de definir a saída do Santos rápida. Mas a novela se arrastou e preocupou o meia.

- Em determinado momento da negociação fiquei preocupado de tão cansativa que ela estava, mas nunca desisti. Foi tudo feito de forma consciente e da maneira correta e hoje posso dizer que estou muito feliz por acertar com o São Paulo - declarou o agora camisa 8 do São Paulo.

   Ganso ainda revelou que o ex-meia Pita, que teve a mesma trajetória, deixando o Santos a caminho do São Paulo, foi fundamental na sua decisão.

- O que mais pesou foi o histórico do clube, com sua história de grandeza, conquistas e ídolos. Muitas pessoas conversaram comigo, como o Pita (ex-meia de São Paulo e Santos), que mostrou como foi importante o São Paulo na carreira dele

Em várias partes da nota, o São Paulo lembra que o jogador foi fundamental na negociação. O jogador, em clima de guerra no clube da Baixada, sendo alvo da torcida e sem se entender com a diretoria, bateu o pé para defender o rival, mesmo tendo despertado o interesse de outros clubes do Brasil, como o Grêmio.

  O clube desembolsou cerca de R$ 17 milhões, sendo que a DIS, que agencia a carreira do atleta, injetou o resto do dinheiro para chegar à quinta de R$ 23,940 milhões, valor pago ao Santos pela transação. Investimento que se justifica pelo perfil do atleta, de acordo com o presidente Juvenal Juvêncio.

- É jovem, talentoso e com o nosso perfil. Mais uma vez o São Paulo mostrou força em fazer parte de uma negociação de grande relevância no futebol brasileiro, assim como foram as vendas de Lucas e Oscar e a contratação de Luis Fabiano - declarou o mandatário são-paulino.

O diretor de futebol Adalberto Baptista, que conduziu as negociações, também seguiu a mesma linha e aposta no perfil e na vontade de Ganso para que a passagem do meia pelo Morumbi seja um sucesso.

- Ganso demonstrou durante toda negociação uma vontade enorme em defender o São Paulo, abriu mão de coisas grandes e foi firme no seu desejo. Se não fosse a vontade dele, teríamos desistido. Mas conforme fomos convivendo, dialogando, nosso interesse aumentou. Cada vez ficamos mais convencidos que era o jogador certo e que tem o perfil do São Paulo. Sua vontade foi determinante e hoje nossa alegria em tê-lo conosco é incomensurável. Nossa equipe vai ganhar muito com sua chegada - declarou o dirigente.

 

LANCENET

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Novela que segue: Santos rejeita nova proposta do São Paulo e reunião fica para terça

   O Santos recusou, nesta segunda-feira, mais uma proposta do São Paulo pelo meio-campista Paulo Henrique Ganso. O clube do Morumbi esperava anunciar um acordo com o jogador, mas o time da Vila Belmiro não aceitou os termos propostos pelo rival. Assim, o destino de Ganso continua incerto.

A proposta é a terceira feita pelo clube paulistano pelo jogador, mas o valor de R$ 23,8 milhões, referente a 45% da multa rescisória, ainda não foi alcançada. “Temos um direito líquido e certo: pagamos os salários em dia, então queremos aquilo que temos direito”, disse o presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro.

O presidente afirmou, no entanto, que a negociação continua aberta. "Eu sou uma pessoa democrática. A negociação pode continuar. Quando o Santos analisar que teve seu desejo atendido, ver. Estou defendendo o interesse do Santos", disse.

Em seu site oficial, o clube divulgou uma nota explicando a decisão: "O Santos FC informa que recebeu, na manhã desta segunda-feira, nova proposta do São Paulo FC pelo atleta Paulo Henrique Ganso. Como o documento não atendeu os interesses do Clube, a proposta foi novamente recusada pelo Comitê de Gestão."

Divulgação

Ganso pode ter futuro definido ainda nesta semana

Ganso pode ter futuro definido ainda nesta semana


A novela – O São Paulo fez a primeira proposta oficial por Paulo Henrique Ganso três semanas atrás, oferecendo um valor estimado em R$ 10,7 milhões pelos 45% dos direitos do jogador pertencentes ao Santos. O clube da Vila Belmiro rejeitou imediatamente a negociação e reafirmou que só venderia o meia se fosse pelo preço da multa rescisória.
As conversas entre os dois times continuaram, e o São Paulo decidiu aumentar a oferta para cerca de R$ 12,6 milhões, valor ainda bem abaixo do pedido pelo Santos e que também foi rejeitado prontamente.
Em meio à negociação, Ganso e a diretoria santista se desencontraram em declarações polêmicas de ambos os lados. O jogador chegou a dizer que "seria uma honra" jogar no São Paulo, e o elogio dele desagradou os dirigentes do clube alvinegro – o site do time chegou a divulgar uma nota oficial lamentando a postura de Ganso ao dar essas declarações.

  Enquanto isso, a torcida santista também não poupou o camisa 10 das críticas e chegou a fazer protestos chamando o meia de "mercenário". O primeiro deles, aconteceu no clássico contra o Palmeiras no Pacaembu, quando os torcedores cantaram para Ganso: "Não é mole não, ô Paulo Henrique mais respeito com o Peixão". Depois, na partida contra o Bahia na Vila Belmiro, moedas foram atiradas no campo para o meia, naquele que acabou sendo o último ato do meia com a camisa do clube que o promoveu ao futebol.
Nos últimos dias, o Grêmio entrou na briga. Os gaúchos chegaram a dizer que o entrave era encontrar investidores para chegar ao montante pedido pelo Santos e que o jogador gostaria de atuar no time do Sul.
Em meio a todo esse imbróglio, o Santos teria feito uma reunião com Ganso e oferecido uma nova proposta de renovação, que o jogador também rejeitou de imediato – segundo o ESPN.com.br apurou com representantes da DIS [dono dos outros 55% do jogador], o meia já não estaria mais interessado em ficar no clube e, por isso, não aceitou estender seu vínculo.

  Na noite de sexta-feira, durante a festa de aniversário do Grêmio, o presidente do clube gaúcho, Paulo Odone, que o meia gostaria de jogar no Grêmio, atraído pelos elogios de Vanderlei Luxemburgo e Elano à equipe. No entanto, em contato com os canais ESPN, um representante do grupo DIS afirmou que, se houvesse acordo, seria com o São Paulo.


A carreira - Ao todo, Ganso fez 162 jogos e 36 gols com a camisa do Santos. A primeira partida pelo profissional foi pelo Cammpeonato Paulista de 2008 e ele seguiu aparecendo em algumas poucas partidas no Brasileiro, mas foi ser notado mesmo no Paulistão de 2009. Na competição, ajudou o Santos a eliminar o Palmeiras nas semifinais e chegar à decisão contra o Corinthians, saindo com o vice-campeonato.
Seguiu com boas atuações no Brasileiro, mas foi em 2010, sob comando de Dorival Jr., que brilhou a ponto de ficar na lista reserva na convocação da Copa do Mundo de 2010, ano em que ganhou Paulista e Copa do Brasil num time de ataque envolvente ao lado de Neymar, Robinho e André.

  Após o Mundial, foi colocado como um dos pilares da renovação da seleção feita por Mano Menezes, inclusive com boa atuação no primeiro jogo do novo treinador, quando vestiu a camisa 10. Depois, rompeu o ligamento do joelho esquerdo em agosto, exatamente no Estádio Olímpico diante do Grêmio, e voltou apenas em 2011. No período lesionado, um novo contrato já se demonstrava difícil, e até se especulou um interesse do Corinthians no jogador.

  O novo ano começou mais uma vez com título paulista, mas o jogador saiu lesionado na decisão e perdeu boa parte da Libertadores da América. Voltou apenas no segundo jogo da final contra o Peñarol, onde ainda participou do lance do primeiro gol da vitória que deu a taça continental ao Santos.

  No final do ano, Ganso viu o colega de time e amigo Neymar ser valorizado pelo clube com um contrato até 2014, encerrando as especulações de que o atacante iria para Real Madrid ou Barcelona. Mas a renovação de Ganso nunca saiu. A queda de braço entre DIS, que tem 55% dos direitos do atleta, Santos e jogador fez com que a relação esfriasse e, a partir deste ano, novamente campeão estadual e convivendo com lesões, a diretoria passou a admitir a saída do atleta. Pela seleção, teve participação discreta na medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres.

 

ESPN

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

São Paulo goleia Botafogo e cola de vez no G4

Luis Fabiano, Osvaldo, Lucas e Cícero marcam os gols da vitória tricolor, pelo Brasileirão. No Botafogo, Seedorf sai machucado

São Paulo x Botafogo - Campeonato Brasileiro - Gol do Lucas (Foto: Tom Dib)
Lucas fez o terceiro dos quatro gols tricolores na partida (Foto: Tom Dib)

  Com grandes atuações de Lucas e Luis Fabiano, o São Paulo goleou o Botafogo nesta quinta-feira, no Morumbi, pelo placar de 4 a 0, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor paulista se aproveitou de um Alvinegro combalido na defesa e conquistou um grande resultado, que deixa o time de Ney Franco na quinta posição da tabela, com 34 pontos, apenas um atrás do Vasco, o último do G4.

O Botafogo, por sua vez, segue com 28 pontos, e cada vez mais longe do G4. Para piorar, Clarence Seedorf ainda saiu lesionado no segundo tempo. Na próxima rodada, a equipe treinada por Oswaldo de Oliveira enfrenta o Coritiba, no Engenhão, às 18h30 de domingo. O São Paulo encara o Bahia no mesmo dia, mas às 16h, em Pituaçu (BA).

    O São Paulo começou a partida melhor que o Alvinegro. Com um bom toque de bola no setor ofensivo, já mostrou a que veio logo nos primeiros minutos. Aos cinco, Jadson deu lindo passe para Luis Fabiano, que deu um drible desconcertante em Brinner, ainda passou pelo goleiro Jefferson e só mandou para a rede. O camisa 9 marcava em seu 200º jogo pelo Tricolor. São Paulo 1 a 0.

O Botafogo não conseguia se encontrar e estava completamente acuado. Em noite inspirada, Lucas e Luis Fabiano trocavam belos passes e envolviam a defesa adversária. Em uma dessas jogadas, Luis Fabiano saiu cara a cara com Brinner, mas dessa vez o zagueiro pressionou bem o camisa 9, que chutou para fora.

E só dava São Paulo. Lucas deixou quatro alvinegros para trás antes de chutar para linda defesa de Jefferson, o melhor jogador do Botafogo na primeira etapa. Pouco criativo, o Alvinegro reclamou de pênalti aos 25 minutos, quando Cidinho foi derrubado na área por Rhodolfo. O árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves Lima nada marcou.

A equipe carioca dependia muito da velocidade de Cidinho para avançar. Nem os bons passes de Seedorf conseguiam furar o bloqueio da defesa são-paulina. Com mais consistência do meio para frente, o time da casa ainda criou duas chances antes do fim do primeiro tempo, com Denilson e Lucas. Na última, Jefferson voltou a aparecer bem.

TIME DA CASA GARANTE VITÓRIA

   O Botafogo até que voltou melhor na segunda etapa. Logo no começo, Seedorf cruzou e Elkeson cabeceou, mas Rogério Ceni fez boa defesa. Parecia que o Alvinegro teria condições de empatar, apresentava um jogo mais consistente. Mas o São Paulo voltaria a assustar.

Com a entrada de Osvaldo no lugar de Paulo Assunção, o São Paulo ganhou uma cara ainda mais ofensiva, e que não tardou a dar resultado. Aos 13, Jadson cruzou para Luis Fabiano, que chutou para defesa de Jefferson. No rebote, Osvaldo teve tranquilidade para chutar e marcar o segundo gol: 2 a 0 para o Tricolor.

   Se as coisas já estavam ruins para o Botafogo, se tornariam ainda piores instantes depois. Luis Fabiano tocou para Lucas, que fez linda jogada individual pelo meio e arrematou, de perna direita, sem chances para Jefferson. Um belo gol do São Paulo, que àquela altura, garantia a vitória: 3 a 0, aos 15 minutos.

Seedorf, que não conseguiu ajudar o Botafogo a evoluir no ataque, acabou não conseguindo ficar em campo até o fim. Ele sentiu dores na coxa e pediu para ser substituído. Jeferson entrou em seu lugar. Curiosamente, foi sem o holandês que o Bota mais teve chances de chegar ao gol de honra.

Como o São Paulo já estava mais tranquilo no jogo, acabou deixando espaços ao Alvinegro. Elkeson se desdobrava no ataque, mas era quem tinha as melhores oportunidades. Em uma delas, aos 36, cobrou falta bem defendida por Rogério Ceni, que espalmou por cima. No entanto, nem o gol de honra botafoguense acabou saindo.

Pelo contrário, foi o São Paulo quem chegou ao quarto gol. Jadson deu belo passe para Osvaldo, que passou facilmente por Jefferson e cruzou na medida para Cícero. O camisa 16 são-paulino só teve o trabalho de tocar para a rede e sacramentar o 4 a 0 final.

Com o resultado, o São Paulo acabou com o jejum de vitórias sobre o Botafogo em Campeonatos Brasileiros, que perdurava desde 2009.

 

LANCENET

São Paulo goleia Botafogo e cola de vez no G4

Luis Fabiano, Osvaldo, Lucas e Cícero marcam os gols da vitória tricolor, pelo Brasileirão. No Botafogo, Seedorf sai machucado

São Paulo x Botafogo - Campeonato Brasileiro - Gol do Lucas (Foto: Tom Dib)
Lucas fez o terceiro dos quatro gols tricolores na partida (Foto: Tom Dib)

  Com grandes atuações de Lucas e Luis Fabiano, o São Paulo goleou o Botafogo nesta quinta-feira, no Morumbi, pelo placar de 4 a 0, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor paulista se aproveitou de um Alvinegro combalido na defesa e conquistou um grande resultado, que deixa o time de Ney Franco na quinta posição da tabela, com 34 pontos, apenas um atrás do Vasco, o último do G4.

O Botafogo, por sua vez, segue com 28 pontos, e cada vez mais longe do G4. Para piorar, Clarence Seedorf ainda saiu lesionado no segundo tempo. Na próxima rodada, a equipe treinada por Oswaldo de Oliveira enfrenta o Coritiba, no Engenhão, às 18h30 de domingo. O São Paulo encara o Bahia no mesmo dia, mas às 16h, em Pituaçu (BA).

    O São Paulo começou a partida melhor que o Alvinegro. Com um bom toque de bola no setor ofensivo, já mostrou a que veio logo nos primeiros minutos. Aos cinco, Jadson deu lindo passe para Luis Fabiano, que deu um drible desconcertante em Brinner, ainda passou pelo goleiro Jefferson e só mandou para a rede. O camisa 9 marcava em seu 200º jogo pelo Tricolor. São Paulo 1 a 0.

O Botafogo não conseguia se encontrar e estava completamente acuado. Em noite inspirada, Lucas e Luis Fabiano trocavam belos passes e envolviam a defesa adversária. Em uma dessas jogadas, Luis Fabiano saiu cara a cara com Brinner, mas dessa vez o zagueiro pressionou bem o camisa 9, que chutou para fora.

E só dava São Paulo. Lucas deixou quatro alvinegros para trás antes de chutar para linda defesa de Jefferson, o melhor jogador do Botafogo na primeira etapa. Pouco criativo, o Alvinegro reclamou de pênalti aos 25 minutos, quando Cidinho foi derrubado na área por Rhodolfo. O árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves Lima nada marcou.

A equipe carioca dependia muito da velocidade de Cidinho para avançar. Nem os bons passes de Seedorf conseguiam furar o bloqueio da defesa são-paulina. Com mais consistência do meio para frente, o time da casa ainda criou duas chances antes do fim do primeiro tempo, com Denilson e Lucas. Na última, Jefferson voltou a aparecer bem.

TIME DA CASA GARANTE VITÓRIA

   O Botafogo até que voltou melhor na segunda etapa. Logo no começo, Seedorf cruzou e Elkeson cabeceou, mas Rogério Ceni fez boa defesa. Parecia que o Alvinegro teria condições de empatar, apresentava um jogo mais consistente. Mas o São Paulo voltaria a assustar.

Com a entrada de Osvaldo no lugar de Paulo Assunção, o São Paulo ganhou uma cara ainda mais ofensiva, e que não tardou a dar resultado. Aos 13, Jadson cruzou para Luis Fabiano, que chutou para defesa de Jefferson. No rebote, Osvaldo teve tranquilidade para chutar e marcar o segundo gol: 2 a 0 para o Tricolor.

   Se as coisas já estavam ruins para o Botafogo, se tornariam ainda piores instantes depois. Luis Fabiano tocou para Lucas, que fez linda jogada individual pelo meio e arrematou, de perna direita, sem chances para Jefferson. Um belo gol do São Paulo, que àquela altura, garantia a vitória: 3 a 0, aos 15 minutos.

Seedorf, que não conseguiu ajudar o Botafogo a evoluir no ataque, acabou não conseguindo ficar em campo até o fim. Ele sentiu dores na coxa e pediu para ser substituído. Jeferson entrou em seu lugar. Curiosamente, foi sem o holandês que o Bota mais teve chances de chegar ao gol de honra.

Como o São Paulo já estava mais tranquilo no jogo, acabou deixando espaços ao Alvinegro. Elkeson se desdobrava no ataque, mas era quem tinha as melhores oportunidades. Em uma delas, aos 36, cobrou falta bem defendida por Rogério Ceni, que espalmou por cima. No entanto, nem o gol de honra botafoguense acabou saindo.

Pelo contrário, foi o São Paulo quem chegou ao quarto gol. Jadson deu belo passe para Osvaldo, que passou facilmente por Jefferson e cruzou na medida para Cícero. O camisa 16 são-paulino só teve o trabalho de tocar para a rede e sacramentar o 4 a 0 final.

Com o resultado, o São Paulo acabou com o jejum de vitórias sobre o Botafogo em Campeonatos Brasileiros, que perdurava desde 2009.

 

LANCENET

domingo, 26 de agosto de 2012

Com dois de Fabuloso, São Paulo vence Corinthians e põe fim a tabu no Pacaembu

Centroavante foi decisivo e resolveu a partida para o São Paulo. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Centroavante foi decisivo e resolveu a partida para o São Paulo
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Voltando ao time após seis jogos, Luis Fabiano comanda virada tricolor e quebra jejum de seis jogos contra o rival no Pacaembu. São seis gols em seis Majestosos

   Em seu primeiro encontro com o Corinthians nesta passagem pelo São Paulo, Luis Fabiano brilhou e marcou os dois gols da vitória tricolor, por 2 a 1, neste domingo, no Pacaembu. O Tricolor não vencia o rival no estádio desde 2005 e colecionava seis derrotas consecutivas.
O Fabuloso, que voltava de lesão após seis jogos, transformou a história de uma partida que começou com amplo domínio alvinegro e gol de Emerson logo aos cinco minutos. Os tentos ainda alçaram o centroavante ao posto de artilheiro do Campeonato Brasileiro, com nove gols, ao lado de Fred e Vagner Love. Para completar, o goleador chegou aos seis tentos anotados em seis duelos com o rival na carreira.
Com o resultado, o São Paulo chegou aos 31 pontos e pulou para o quinto lugar da competição nacional, que chegou à metade. Já o Corinthians, com 24, segue em 11º.
As duas equipes voltam a campo no meio de semana. O Timão joga na quarta-feira, contra o Fluminense, no Engenhão. Já o Tricolor duela com o Botafogo no dia seguinte, no Morumbi.


O JOGO
O Corinthians entrou em campo disposto a sufocar o São Paulo. A metade inicial do primeiro tempo foi completamente dominada pelos comandados de Tite, que transformaram a ampla superioridade em gol logo aos cinco minutos, quando Paulo Assunção cochilou na saída de bola e foi desarmado por Paulinho, que rolou para Emerson chegar batendo firme para marcar.
O que já era ruim ficou ainda pior com a desvantagem. Além de sofrer para se acertar taticamente com Douglas improvisado na lateral-esquerda (Cortez cumpriu suspensão) e Paulo Miranda na direita, o Tricolor acusou o golpe e passou a errar lances fáceis.

Perdido, o São Paulo poderia ter sido atropelado se Rogério Ceni não fizesse boas defesas em chutes de Paulinho e Douglas, aos oito e aos nove minutos. Aos 13, foi Douglas, o são-paulino, quem salvou: após chute forte de Emerson da entrada da área, a bola bateu no lateral, que estava caído quase na linha do gol, e saiu.

  Ney Franco resolveu agir e inverteu seus laterais. O time melhorou, viu o ímpeto corintiano diminuir e logo empatou. Aos 23 minutos, Luis Fabiano recebeu de Lucas pela direita da área e bateu cruzado, igualando o placar e o jogo, que passou a ter chances dos dois lados. Pelo Corinthians, Emerson obrigou Ceni a defender mais uma, aos 24. Do lado visitante, Maicon chutou para fora após receber grande passe de Jadson, aos 30, e Lucas deu trabalho a Cássio em chute forte dentro da área, aos 37.
Tite trocou Douglas pelo argentino Martínez no intervalo, mas foi o São Paulo quem começou melhor na etapa final. Aos dez minutos, Maicon acionou Luis Fabiano, que sairia na cara do gol se a arbitragem não marcasse impedimento de forma equivocada. No lance seguinte, foi a vez do Corinthians reclamar: com o pé alto, Emerson tomou a bola de Rafael Toloi e foi atingido dentro da área. Wilson Seneme, juiz da partida, nada marcou.

  Aos 16 minutos, Luis Fabiano recebeu mais uma bola em posição legal, de Jadson, e desta vez não houve quem o interrompesse. Cássio até tentou, mas foi driblado com uma meia-lua antes de ver o camisa 9 empurrar para as redes.
Assim como o São Paulo no primeiro tempo, o Corinthians sentiu o gol tomado. Tanto que Luis Fabiano teria mais uma chance clara para marcar se Fábio Santos não o derrubasse na entrada da área, aos 26 minutos. Na cobrança, Rogério Ceni deu uma cavadinha e Cássio segurou com tranquilidade.

   Passado o susto, os mandantes esboçaram reação. Aos 30, de cabeça, Romarinho assustou. No lance seguinte, de falta, Chicão quase fez. Tite mexeu aos 34, lançando o time à frente com Ramírez no lugar de Alessandro. Ney Franco só alterou aos 41, com Cícero no lugar do esgotado Maicon. Ao mesmo tempo, o estreante Guilherme substituiu Paulo André no Timão, que pressionou. Aos 45, Paulinho pegou a sobra na área, chutou de primeira e viu Paulo Miranda salvar o São Paulo. Foi a última chance.

Só houve tempo para Luis Fabiano ser substituído embaixo de muitos aplausos para a entrada de Casemiro.

 

LANCENET

Com dois de Fabuloso, São Paulo vence Corinthians e põe fim a tabu no Pacaembu

Centroavante foi decisivo e resolveu a partida para o São Paulo. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Centroavante foi decisivo e resolveu a partida para o São Paulo
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Voltando ao time após seis jogos, Luis Fabiano comanda virada tricolor e quebra jejum de seis jogos contra o rival no Pacaembu. São seis gols em seis Majestosos

   Em seu primeiro encontro com o Corinthians nesta passagem pelo São Paulo, Luis Fabiano brilhou e marcou os dois gols da vitória tricolor, por 2 a 1, neste domingo, no Pacaembu. O Tricolor não vencia o rival no estádio desde 2005 e colecionava seis derrotas consecutivas.
O Fabuloso, que voltava de lesão após seis jogos, transformou a história de uma partida que começou com amplo domínio alvinegro e gol de Emerson logo aos cinco minutos. Os tentos ainda alçaram o centroavante ao posto de artilheiro do Campeonato Brasileiro, com nove gols, ao lado de Fred e Vagner Love. Para completar, o goleador chegou aos seis tentos anotados em seis duelos com o rival na carreira.
Com o resultado, o São Paulo chegou aos 31 pontos e pulou para o quinto lugar da competição nacional, que chegou à metade. Já o Corinthians, com 24, segue em 11º.
As duas equipes voltam a campo no meio de semana. O Timão joga na quarta-feira, contra o Fluminense, no Engenhão. Já o Tricolor duela com o Botafogo no dia seguinte, no Morumbi.


O JOGO
O Corinthians entrou em campo disposto a sufocar o São Paulo. A metade inicial do primeiro tempo foi completamente dominada pelos comandados de Tite, que transformaram a ampla superioridade em gol logo aos cinco minutos, quando Paulo Assunção cochilou na saída de bola e foi desarmado por Paulinho, que rolou para Emerson chegar batendo firme para marcar.
O que já era ruim ficou ainda pior com a desvantagem. Além de sofrer para se acertar taticamente com Douglas improvisado na lateral-esquerda (Cortez cumpriu suspensão) e Paulo Miranda na direita, o Tricolor acusou o golpe e passou a errar lances fáceis.

Perdido, o São Paulo poderia ter sido atropelado se Rogério Ceni não fizesse boas defesas em chutes de Paulinho e Douglas, aos oito e aos nove minutos. Aos 13, foi Douglas, o são-paulino, quem salvou: após chute forte de Emerson da entrada da área, a bola bateu no lateral, que estava caído quase na linha do gol, e saiu.

  Ney Franco resolveu agir e inverteu seus laterais. O time melhorou, viu o ímpeto corintiano diminuir e logo empatou. Aos 23 minutos, Luis Fabiano recebeu de Lucas pela direita da área e bateu cruzado, igualando o placar e o jogo, que passou a ter chances dos dois lados. Pelo Corinthians, Emerson obrigou Ceni a defender mais uma, aos 24. Do lado visitante, Maicon chutou para fora após receber grande passe de Jadson, aos 30, e Lucas deu trabalho a Cássio em chute forte dentro da área, aos 37.
Tite trocou Douglas pelo argentino Martínez no intervalo, mas foi o São Paulo quem começou melhor na etapa final. Aos dez minutos, Maicon acionou Luis Fabiano, que sairia na cara do gol se a arbitragem não marcasse impedimento de forma equivocada. No lance seguinte, foi a vez do Corinthians reclamar: com o pé alto, Emerson tomou a bola de Rafael Toloi e foi atingido dentro da área. Wilson Seneme, juiz da partida, nada marcou.

  Aos 16 minutos, Luis Fabiano recebeu mais uma bola em posição legal, de Jadson, e desta vez não houve quem o interrompesse. Cássio até tentou, mas foi driblado com uma meia-lua antes de ver o camisa 9 empurrar para as redes.
Assim como o São Paulo no primeiro tempo, o Corinthians sentiu o gol tomado. Tanto que Luis Fabiano teria mais uma chance clara para marcar se Fábio Santos não o derrubasse na entrada da área, aos 26 minutos. Na cobrança, Rogério Ceni deu uma cavadinha e Cássio segurou com tranquilidade.

   Passado o susto, os mandantes esboçaram reação. Aos 30, de cabeça, Romarinho assustou. No lance seguinte, de falta, Chicão quase fez. Tite mexeu aos 34, lançando o time à frente com Ramírez no lugar de Alessandro. Ney Franco só alterou aos 41, com Cícero no lugar do esgotado Maicon. Ao mesmo tempo, o estreante Guilherme substituiu Paulo André no Timão, que pressionou. Aos 45, Paulinho pegou a sobra na área, chutou de primeira e viu Paulo Miranda salvar o São Paulo. Foi a última chance.

Só houve tempo para Luis Fabiano ser substituído embaixo de muitos aplausos para a entrada de Casemiro.

 

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

São Paulo repete placar contra o Bahia e avança na Sul-Americana

Após uma etapa inicial sem brilho, equipe paulista tem boa atuação na volta do intervalo e elimina o Bahia. Willian José e Maicon garantiram o placar para o time

São Paulo x Bahia - Copa Sul-Americana - Lucas (Foto: Eduardo Viana)

Sem brilhar como na última partida, Lucas teve boa atuação (Foto: Eduardo Viana)

 

    Após um sonolento primeiro tempo, o São Paulo despertou na etapa final, derrotou o Bahia por 2 a 0, nesta terça-feira, no Morumbi, e está classificado para a fase de oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Transformando "a água em vinho", o Tricolor paulista deixou a má atuação dos primeiros 45 minutos no intervalo e voltou com um futebol vistoso. Com gols de Willian José e Maicon, a equipe está garantida na próxima etapa da competição e ainda mantém viva a alternativa de ir à Libertadores pelo caminho mais curto. Já o Bahia, que está na zona de rebaixamento do Brasileiro, só tem o torneio nacional ao longo do ano.

Etapa inicial sonolenta

Com a vantagem conquistada no primeiro jogo, o São Paulo esperou as ações ofensivas do Bahia. Sem o lateral Douglas, machucado, o técnico Ney Franco optou por escalar a equipe no 4-4-2, com Paulo Miranda pela direita. Já o Tricolor baiano, que necessitava reverter o resultado, atuou somente com o Fahel de volante, três homens no meio e só o Junior na frente. E a opção tática surtiu efeito.

O meia Mancini arriscou chutes de longe distância, saindo do lado direito e partindo em direção ao meio. Contudo, a melhor chance do Bahia saiu dos pés de Lulinha. Caindo pelas costas de Paulo Miranda, o camisa 21 aproveitou a bobeira de Maicon e emendou de direita no canto esquerdo de Ceni. A bola passou rente à trave, mas saiu pela linha de fundo.

O time paulista não conseguia chegar com qualidade na frente. Com dois atacantes flutuantes, Lucas e Ademilson, a zaga baiana conseguia jogar mais adiantada e não se preocupar com o miolo da defesa. Para ajudar nesse defeito, Cícero apareceu mais por ali. E foi dele as duas melhores chances. A primeira, aos 16 minutos, ele chutou com força da entrada da área, obrigando Marcelo Lomba a fazer uma grande defesa. Já no final do primeiro tempo, ele recebeu bom passe da esquerda e, frente a frente com o gol, não conseguiu o domínio, perdendo boa chance.

Monótono, o primeiro tempo terminou sem acréscimos.

Tricolor paulista acorda e joga bem

Na etapa final, as duas equipes mexeram. No Bahia, Vander entrou na vaga de Gabriel, ao passo que Osvaldo deixou Ademilson no vestiário. E a troca no Sampa surtiu efeito. Com Osvaldo bastante incisivo, o time se soltou mais. O atleta deu uma maior mobilidade ao ataque. Cícero arriscou chute de longe, enquanto que Maicon aparecia como homem-supresa na área. A proposta perdurou durante seis minutos.

O Bahia novamente ditou as jogadas ofensivas, mas parou nas deficiências técnicas de seus atletas. Os chutes de longa distância não saíam com a direção correta, acarrentando pouco trabalho para Rogério Ceni.

O técnico Ney Franco, então, para reter mais a bola no ataque, escalou Willian José no lugar de Jadson, que deixou o campo sob vaias da torcida. E a alteração foi imediata. Oito minutos em campo, o artilheiro pegou uma bola da intermediária, limpou o zagueiro e emendou de longe, acertando o ângulo direito de Lomba. Golaço do camisa 19.

O tento animou o Tricolor paulista, desconcertando o seu rival. O Bahia, que necessitava de três gols para avançar, adiantou ainda mais a equipe, deixando espaço pelos lados do cantos. E, em uma dessas jogadas, Osvaldo levou pela direita, tirou Diones da jogada e achou Maicon na área. O meia chutou, a bola desviou na zaga, enganou Lomba e morreu no fundo da rede.

Com o agregado de 4 a 0, o São Paulo ficou solto em campo. Paulo Miranda, que atuou improvisado pelo lado direito, quase marcou um gol de cobertura na sua ex-equipe. Aquela equipe com o futebol pragmático e monótono da primeira etapa deu lugar a um time mais rápido, agressivo e mais aprazível de se ver em campo.

Osvaldo ainda teve tempo de perder um gol cara a cara com Lomba. Tentando um lance de efeito, o atacante deu uma letra. Lomba se esticou todo e conseguiu bloquear outro gol.

Classificado, o São Paulo aguarda o confronto entre Nacional (URU) e Liga de Loja (EQU) para saber quem será o seu adversário nas oitavas de final. O primeiro confronto acontece na cidade de Loja, no próximo dia 28. Já a partida de volta ainda não tem data definida. Com isso, o Tricolor volta as atenções para o Brasileiro, cujo próximo jogo é diante do Corinthians, no Pacaembu, às 16h do próximo domingo. O Bahia, que encabeça a zona de rebaixamento, recebe o Atlético-GO, no mesmo dia, às 18h30.

 

LANCENET

São Paulo repete placar contra o Bahia e avança na Sul-Americana

Após uma etapa inicial sem brilho, equipe paulista tem boa atuação na volta do intervalo e elimina o Bahia. Willian José e Maicon garantiram o placar para o time

São Paulo x Bahia - Copa Sul-Americana - Lucas (Foto: Eduardo Viana)

Sem brilhar como na última partida, Lucas teve boa atuação (Foto: Eduardo Viana)

 

    Após um sonolento primeiro tempo, o São Paulo despertou na etapa final, derrotou o Bahia por 2 a 0, nesta terça-feira, no Morumbi, e está classificado para a fase de oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Transformando "a água em vinho", o Tricolor paulista deixou a má atuação dos primeiros 45 minutos no intervalo e voltou com um futebol vistoso. Com gols de Willian José e Maicon, a equipe está garantida na próxima etapa da competição e ainda mantém viva a alternativa de ir à Libertadores pelo caminho mais curto. Já o Bahia, que está na zona de rebaixamento do Brasileiro, só tem o torneio nacional ao longo do ano.

Etapa inicial sonolenta

Com a vantagem conquistada no primeiro jogo, o São Paulo esperou as ações ofensivas do Bahia. Sem o lateral Douglas, machucado, o técnico Ney Franco optou por escalar a equipe no 4-4-2, com Paulo Miranda pela direita. Já o Tricolor baiano, que necessitava reverter o resultado, atuou somente com o Fahel de volante, três homens no meio e só o Junior na frente. E a opção tática surtiu efeito.

O meia Mancini arriscou chutes de longe distância, saindo do lado direito e partindo em direção ao meio. Contudo, a melhor chance do Bahia saiu dos pés de Lulinha. Caindo pelas costas de Paulo Miranda, o camisa 21 aproveitou a bobeira de Maicon e emendou de direita no canto esquerdo de Ceni. A bola passou rente à trave, mas saiu pela linha de fundo.

O time paulista não conseguia chegar com qualidade na frente. Com dois atacantes flutuantes, Lucas e Ademilson, a zaga baiana conseguia jogar mais adiantada e não se preocupar com o miolo da defesa. Para ajudar nesse defeito, Cícero apareceu mais por ali. E foi dele as duas melhores chances. A primeira, aos 16 minutos, ele chutou com força da entrada da área, obrigando Marcelo Lomba a fazer uma grande defesa. Já no final do primeiro tempo, ele recebeu bom passe da esquerda e, frente a frente com o gol, não conseguiu o domínio, perdendo boa chance.

Monótono, o primeiro tempo terminou sem acréscimos.

Tricolor paulista acorda e joga bem

Na etapa final, as duas equipes mexeram. No Bahia, Vander entrou na vaga de Gabriel, ao passo que Osvaldo deixou Ademilson no vestiário. E a troca no Sampa surtiu efeito. Com Osvaldo bastante incisivo, o time se soltou mais. O atleta deu uma maior mobilidade ao ataque. Cícero arriscou chute de longe, enquanto que Maicon aparecia como homem-supresa na área. A proposta perdurou durante seis minutos.

O Bahia novamente ditou as jogadas ofensivas, mas parou nas deficiências técnicas de seus atletas. Os chutes de longa distância não saíam com a direção correta, acarrentando pouco trabalho para Rogério Ceni.

O técnico Ney Franco, então, para reter mais a bola no ataque, escalou Willian José no lugar de Jadson, que deixou o campo sob vaias da torcida. E a alteração foi imediata. Oito minutos em campo, o artilheiro pegou uma bola da intermediária, limpou o zagueiro e emendou de longe, acertando o ângulo direito de Lomba. Golaço do camisa 19.

O tento animou o Tricolor paulista, desconcertando o seu rival. O Bahia, que necessitava de três gols para avançar, adiantou ainda mais a equipe, deixando espaço pelos lados do cantos. E, em uma dessas jogadas, Osvaldo levou pela direita, tirou Diones da jogada e achou Maicon na área. O meia chutou, a bola desviou na zaga, enganou Lomba e morreu no fundo da rede.

Com o agregado de 4 a 0, o São Paulo ficou solto em campo. Paulo Miranda, que atuou improvisado pelo lado direito, quase marcou um gol de cobertura na sua ex-equipe. Aquela equipe com o futebol pragmático e monótono da primeira etapa deu lugar a um time mais rápido, agressivo e mais aprazível de se ver em campo.

Osvaldo ainda teve tempo de perder um gol cara a cara com Lomba. Tentando um lance de efeito, o atacante deu uma letra. Lomba se esticou todo e conseguiu bloquear outro gol.

Classificado, o São Paulo aguarda o confronto entre Nacional (URU) e Liga de Loja (EQU) para saber quem será o seu adversário nas oitavas de final. O primeiro confronto acontece na cidade de Loja, no próximo dia 28. Já a partida de volta ainda não tem data definida. Com isso, o Tricolor volta as atenções para o Brasileiro, cujo próximo jogo é diante do Corinthians, no Pacaembu, às 16h do próximo domingo. O Bahia, que encabeça a zona de rebaixamento, recebe o Atlético-GO, no mesmo dia, às 18h30.

 

LANCENET

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

São Paulo vende Lucas para o PSG em negociação recorde

Agência Estado
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro de 2013



























   O São Paulo acaba de assinar a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain. O negócio foi fechado em Paris na manhã desta quarta-feira. O clube francês desembolsará 43 milhões de euros (R$ 107,8 milhões). Lucas permanece no São Paulo até dezembro, disputa a Copa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro e só viaja para a França para a segunda metade do Campeonato Nacional e Uefa Champions League. É o maior negócio da história do futebol brasileiro.

A informação sobre a negociação com o Paris Saint-Germain foi antecipada no domingo pelo jornalista Marcelo Prado, no site globoesporte.com.

O preço, 43 milhões de euros, aproxima-se muito do valor idealizado pelo São Paulo, de 45 milhões. Como Lucas terá direito a 30% do valor, por uma cláusula em seu contrato, o São Paulo deve ficar com um valor em torno de 30 milhões de euros (R$ 75,5 milhões). Lucas fica com cerca de 13 milhões de euros (R$ 32,3 milhões).

O desejo da diretoria também é atendido quanto à permanência para as disputas do Brasileirão e da Copa Sul-Americana. A ideia é manter o time competitivo e fazer a equipe voltar à disputa da Copa Libertadores já no ano que vem. 

PSG dispara como o mais gastão da Europa para a temporada 2012/2013

Getty
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 milhões
Com Lucas, PSG dispara como o maior 'gastão' da Europa 

Com os 43 milhões gastos com Lucas, o Paris Saint-Germain dispara na lista dos clubes que mais gastaram na temporada europeia. São 148 milhões de euros ao todo nesta temporada. Contratou Ibrahimovic do Milan (23 milhões de euros), Thiago Silva do Milan (42 milhões de euros), Lavezzi do Napoli (30 milhões de euros), Marco Verrati, do Pescara (10 milhões de euros) e Lucas (43 milhões de euros).

Abaixo do PSG, os clubes mais gastadores da temporada, até este momento, são Chelsea (64 milhões de euros), Juventus (49 milhões de euros), Bayern de Munique (27 milhões de euros) e Arsenal (40 milhões de euros).

O presidente da Internazionale, Massimo Moratti, reagiu de modo conformado à perda da concorrência por Lucas para o PSG: "Não se compete com o dinheiro do PSG", disse na terça ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".

Na mesma edição do diário italiano, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, reagiu de modo menos solícito. Lembrou que os franceses devem atender às regras do Fair Play financeiro. A Uefa determina para 2014 a obrigação de os clubes terem 45 milhões de euros, no máximo, de diferença entre a receita e a despesa. O PSG tem dois anos para se adaptar às novas regras. Até lá, tentará se consolidar como um dos clubes mais poderosos da Europa.

ESPN
PVC 

São Paulo vende Lucas para o PSG em negociação recorde

Agência Estado
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro de 2013



























   O São Paulo acaba de assinar a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain. O negócio foi fechado em Paris na manhã desta quarta-feira. O clube francês desembolsará 43 milhões de euros (R$ 107,8 milhões). Lucas permanece no São Paulo até dezembro, disputa a Copa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro e só viaja para a França para a segunda metade do Campeonato Nacional e Uefa Champions League. É o maior negócio da história do futebol brasileiro.

A informação sobre a negociação com o Paris Saint-Germain foi antecipada no domingo pelo jornalista Marcelo Prado, no site globoesporte.com.

O preço, 43 milhões de euros, aproxima-se muito do valor idealizado pelo São Paulo, de 45 milhões. Como Lucas terá direito a 30% do valor, por uma cláusula em seu contrato, o São Paulo deve ficar com um valor em torno de 30 milhões de euros (R$ 75,5 milhões). Lucas fica com cerca de 13 milhões de euros (R$ 32,3 milhões).

O desejo da diretoria também é atendido quanto à permanência para as disputas do Brasileirão e da Copa Sul-Americana. A ideia é manter o time competitivo e fazer a equipe voltar à disputa da Copa Libertadores já no ano que vem. 

PSG dispara como o mais gastão da Europa para a temporada 2012/2013

Getty
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 milhões
Com Lucas, PSG dispara como o maior 'gastão' da Europa 

Com os 43 milhões gastos com Lucas, o Paris Saint-Germain dispara na lista dos clubes que mais gastaram na temporada europeia. São 148 milhões de euros ao todo nesta temporada. Contratou Ibrahimovic do Milan (23 milhões de euros), Thiago Silva do Milan (42 milhões de euros), Lavezzi do Napoli (30 milhões de euros), Marco Verrati, do Pescara (10 milhões de euros) e Lucas (43 milhões de euros).

Abaixo do PSG, os clubes mais gastadores da temporada, até este momento, são Chelsea (64 milhões de euros), Juventus (49 milhões de euros), Bayern de Munique (27 milhões de euros) e Arsenal (40 milhões de euros).

O presidente da Internazionale, Massimo Moratti, reagiu de modo conformado à perda da concorrência por Lucas para o PSG: "Não se compete com o dinheiro do PSG", disse na terça ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".

Na mesma edição do diário italiano, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, reagiu de modo menos solícito. Lembrou que os franceses devem atender às regras do Fair Play financeiro. A Uefa determina para 2014 a obrigação de os clubes terem 45 milhões de euros, no máximo, de diferença entre a receita e a despesa. O PSG tem dois anos para se adaptar às novas regras. Até lá, tentará se consolidar como um dos clubes mais poderosos da Europa.

ESPN
PVC 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Com primeiro tempo arrasador, Atlético-GO vence São Paulo e deixa lanterna

Vitória do Atlético-GO foi construída no primeiro tempo, mas quase perdida na etapa final. Foto: Carlos Costa/Futura Press

Vitória do Atlético-GO foi construída no primeiro tempo, mas quase perdida na etapa final
Foto: Carlos Costa/Futura Press

   Com um primeiro tempo arrasador, o ex-lanterna Atlético-GO não deu chances para o São Paulo e venceu o clube paulista por 4 a 3, na noite desta quarta-feira, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. A vitória do clube goiano, que sai da lanterna, foi toda construída no começo do jogo, aproveitando-se de um irreconhecível São Paulo, que até esboçou uma reação na etapa final, mas não conseguiu igualar o placar.

Além de sair da lanterna, o Atlético-GO galgou mais uma posição, chegando ao 18ª lugar. Entretanto, pode ser ultrapassado pelo Bahia nesta quinta-feira. Já o São Paulo vê sua tentativa de chegar ao G-4 freada, ficando na sétima colocação. Na próxima rodada, o clube tricolor recebe o Flamengo, no domingo, às 16h, no Morumbi, enquanto os goianos visitam o Sport, no mesmo dia e horário.

Para o jogo desta quarta-feira, o técnico Ney Franco manteve o 3-5-2 na equipe do Morumbi, escalando apenas Edson Silva no lugar do suspenso João Filipe. A aposta, novamente, era nos substitutos de Luís Fabiano e Lucas, que definiram a última vitória da equipe, contra o Figueirense: o jovem Ademilson e William José.

Já o Atlético-GO, que vinha de goleada sofrida para o Internacional-RS por 4 a 1 no último fim de semana, foi para a partida ainda com o técnico interino Jairo Araújo no comando da equipe. Ele ganhou moral logo após a primeira vitória da equipe na competição, em sua estreia, contra o Figueirense, mas ainda não tem segurança no cargo.

O jogo

Aproveitando os laterais bastante ofensivos no esquema com três zagueiros, o São Paulo começou o jogo no ataque, abusando das alas do campo. Em uma das escapadas com Cortês, a equipe quase abriu o placar, mas William José cometeu uma furada bisonha após dominar um cruzamento da esquerda com o peito. Os mandantes responderam logo em seguida com um chute forte de Ricardo Bueno, que passou à esquerda de Dênis.

A partir dos 15min do primeiro tempo, o jogo começou a se equilibrar. Com a melhora, o Atlético-GO conseguiu abrir o placar logo na primeira chance que teve. Em falta levantada na área da equipe tricolor aos 17min, o volante Marino subiu com imensa liberdade para colocar a bola para o fundo das redes. Dênis ainda tocou na bola, mas não evitou o gol adversário, espalmando para dentro do próprio gol.

O Atlético-GO conseguiu aumentar o placar oito minutos depois, desta vez em um pênalti polêmico. No lance, Eron tomou a frente de Douglas, que encostou no jogador adversário. Emerson de Almeida Ferreira entendeu o lance como pênalti e ainda aplicou cartão amarelo para o são-paulino. Na cobrança, o goleiro Márcio cobrou com categoria para estufar a rede do Serra Dourada.

Os dois gols tomados deixaram o São Paulo completamente perdido no jogo. O Atlético-GO aproveitou o momento irreconhecível do poderoso adversário e fez o terceiro aos 30min do primeiro tempo, com o atacante Patric, em uma firme cabeçada. Antes do intervalo, o São Paulo ainda diminuiu com o garoto Ademilson, aos 41min. A defesa do time tricolor, entretanto, não ajudava e aos 44min o Atlético-GO fez o quarto, com Wesley.

Abandonando o esquema de três zagueiros com as entradas de Rodrigo Caio e Casemiro na volta para o segundo tempo, o São Paulo conseguiu um pênalti, também polêmico, logo aos 3min, quando Casemiro se enrolou com um adversário e caiu na área. Na cobrança, Jadson deslocou Márcio e diminuiu o placar. Em nova aparição de Casemiro na área, aos 12min, o goleiro Márcio fez uma grande defesa para salvar os mandantes.

Esboçando uma reação, o São Paulo fez o terceiro com um golaço de Rafael Tolói, o primeiro dele pelo São Paulo, aos 17min. O zagueiro acertou um forte chute de longa distância no ângulo do goleiro adversário. Mesmo com a melhora do time tricolor, que teve uma derradeira chance aos 47min, a reação estacionou no terceiro gol, o que não foi suficiente para arrancar ao menos um ponto do Atlético-GO.

 

 

Terra

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Vasco vence, segue como vice-líder e aumenta rumores de crise no São Paulo

  Mesmo jogando fora de casa, no estádio do Morumbi, o Vasco parecia ser o dono do gramado diante do São Paulo por conta do domínio que teve na partida. Nesta quarta-feira, em duelo válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, o clube carioca venceu os paulistas por 1 a 0 e manteve a boa fase na competição.

Gazeta Press

Vasco segue caça ao Atlético-MG no Brasileiro

Vasco segue caça ao Atlético-MG no Brasileiro

O único gol da partida foi marcado por Fágner, que chutou forte aos 3 minutos da etapa final e ainda contou com a falha do goleiro Dênis, que espalmou a bola para dentro do gol. O São Paulo ainda teve Rodrigo Caio expulso aos 13 da etapa final.

A noite foi especial para Juninho Pernambucano, que completou 350 partidas com a camisa cruz-maltina. O meia criou boas chances em cobranças de falta, até acertando a trave, mas não balançou as redes nesta noite.

Com este resultado, o Vasco vai aos 23 pontos no Campeonato Brasileiro e mantém a vice-liderança da competição, dois pontos atrás do líder Alético-MG.

Já o São Paulo segue com 16 pontos e cai para sétimo. A equipe paulista ainda não venceu nas duas partidas em que Ney Franco assumiu o comando. Ainda por cima, o time teve que ouvir gritos de protestos como “Não é mole não. Estou cansado de time amarelão” e “Ô! Ô! Ô! Queremos jogador” das arquibancadas.

O Jogo - O São Paulo aproveitou o frio da capital paulista para correr mais do que o habitual nos instantes iniciais, até como resposta para as críticas do empate contra o Palmeiras, que atuou durante quase todo o segundo tempo no domingo com um a menos. A ordem era aproveitar a velocidade em jogadas pelas pontas. Pela direita, Osvaldo acionou Luis Fabiano, na primeira chance aos oito minutos. O Fabuloso foi competente ao cortar Dedé, porém arrematou em cima do goleiro Fernando Prass.

Dois minutos depois, foi a vez de Cícero assustar pela esquerda. Em contra-ataque criado com uma série de troca de passes, o meio-campista tricolor recebeu com liberdade e mandou um chute firme, desviado suavemente por Fernando Prass e que terminou na trave direita da meta carioca.

O Vasco acordou aos 11 minutos e, a partir daí, ficou com domínio total. Na primeira oportunidade, Diego Souza apareceu livre na região da marca do pênalti e finalizou para fora, de forma inexplicável. Provavelmente, ele relembrou o incrível gol perdido contra o Corinthians na partida decisiva das quartas de final da Libertadores.

Neste momento, a partida já não estava favorável ao São Paulo. A defesa dos donos da casa sentia dificuldade principalmente na marcação do inteligente meia Juninho Pernambucano e de William Barbio, que explorava as costas do lateral esquerdo Cortez.

Aos 25 minutos, o São Paulo ainda amargou a perda de Osvaldo por uma lesão muscular e sentiu demais, já que Rafinha entrou totalmente perdido. Sem contra-ataque, o Tricolor passou a ser sufocado. Em dois chutes, o veterano Juninho quase abriu o placar. Primeiro, ele acertou o travessão em cobrança de falta. Depois, exigiu grande defesa de Denis em arremate de fora da área.

Por sorte, o Tricolor escapou da desvantagem até o fim do primeiro tempo, mas desceu aos vestiários para o intervalo sob vaias e gritos de “raça”. “Está faltando gás, precisa de um pouco mais de movimentação e aplicação”, decretou o atacante Luis Fabiano.

Para o segundo tempo, o São Paulo mudou o esquema com a entrada do zagueiro João Filipe no lugar de João Felipe Schmidt. A mudança não deu certo. O Vasco abriu o placar aos quatro minutos, quando Fagner invadiu a área pela direita e fuzilou Denis.

A torcida voltou a pressionar com gritos de “raça”. A resposta veio de Ney Franco, com a entrada de Ademilson no lugar de Cícero. Mas, no minuto seguinte, Rodrigo Caio esbanjou inexperiência e colocou a mão na bola. Como já tinha amarelo, acabou expulso.

A partir daí, o esquema do São Paulo virou uma confusão. Ney Franco deu a ordem para o zagueiro João Felipe atuar como lateral direito, enquanto o lateral direito Douglas virou volante. Revoltada, a torcida começou a hostilizar o presidente Juvenal Juvêncio e o nível do elenco.

O São Paulo criava apenas com Luis Fabiano. Primeiro, o centroavante encobriu Fernando Prass na área, mas errou o alvo. O atacante era, aliás, o único aplaudido nas arquibancadas. No fim, o Fabuloso ainda exigiu grande defesa do arqueiro adversário em cobrança de falta. Não deu para mudar o destino em campo.

 

Terra

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