Noite de gala

Na sua despedida Marcos faz de pênalti e emociona torcedor alviverde.

Vexame Gunner

Arsenal cai nos pênaltis e é eliminado para time da quarta divisão .

Novela terminando...

Dunga deve fechar com o Inter nessa quarta.

Ibra brilha novamente

Atacante marca três e PSG goleia no Francês.

Avançou

Com time misto, Roma bate Atalanta e avança na Copa da Itália.

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domingo, 2 de dezembro de 2012

Com tensão e drama, Sport perde clássico e é rebaixado para Série B

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   O título já estava definido. As vagas na Libertadores, também. Restou para a última rodada do Campeonato Brasileiro a batalha contra o rebaixamento. Sport, Bahia e Portuguesa começaram o domingo com uma missão: continuar na Série A do Campeonato Brasileiro em 2012.

Dois times se salvariam, enquanto o outro teria de disputar a Série B de 2013. Os palcos da disputa dramática: Aflitos, Serra Dourada e Canindé.

O Sport, 41 pontos, entrou em campo nos Aflitos, precisando vencer o Náutico. Além disso, a equipe pernambucana torcia contra o Bahia, 44 pontos, que enfrentava o Atlético Goianiense, em Goiânia; e a Portuguesa, também 44 pontos, que duelava com a Ponte Preta no Canindé.

O duelo entre os pernambucanos foi o último a começar. Em Goiânia, Atlético Goianiense e Bahia entraram em campo pontualmente às 17 horas; no Canindé, o duelo começou com dois minutos de atrasos; em Recife, a bola só rolou às 17h06.

Nos Aflitos, O Náutico, dono da melhor campanha do Brasileiro em casa, começou a partida melhor e criou chances em sequência – Rhayner, duas vezes, Kieza e Alemão perderam oportunidades de abrir o placar.

No Serra Dourada, o Bahia começou a partida melhor e teve ótima chance de marcar aos 37 minutos de jogo. Após cruzamento de Hélder, Fahel finalizou de cabeça, e o goleiro Márcio fez ótima defesa; a bola bateu no travessão antes de sair pela linha de fundo.

No Canindé, a Portuguesa criava boas chances. Na melhor delas, também aos 37 minutos, Ananias tentou de cabeça após cruzamento de Luis Ricardo. A bola passou muito perto da trave, mas saiu.Gazeta Press


Bahia escapou do terror da Série B com vitória em Goiânia

 


Os duelos de Canindé e Serra Dourada tinham carga emocional grande. Mas nada se comparava ao clássico dos Aflitos. E, se o estádio já estava em ebulição, a situação ficou ainda mais impressionante quando, aos 44 minutos, Diego Ivo derrubou Rogério dentro da área. A cobrança só aconteceu três minutos depois – quando o primeiro tempo já havia terminado em Goiânia e no Canindé.

Kieza bateu no canto direito do goleiro Saulo, que defendeu. O primeiro tempo terminou sem gols nos Aflitos, no Serra Dourada e no Canindé.

Com apenas 45 minutos para decidirem seus destinos, as três equipes ameaçadas começaram sob pressão. No Canindé, a Portuguesa não conseguia se impor, apesar de ter maior domínio; no Serra Dourada, o Bahia tentava o gol que lhe daria mais tranquilidade.

Nos Aflitos, o Sport sofria.

Sofria com a chance perdida por Gilsinho; sofria com a lesão do goleiro Saulo, que salvou a equipe mais uma vez, em chute de Araújo, mas teve de deixar a partida; sofria com o 0 a 0 nos outros jogos, resultados que não interessava.

Mas o sofrimento aumentou ainda mais aos 19 minutos, quando Souza cobrou falta na área, a defesa não afastou, e Araújo fez 1 a 0 para o Náutico. O Sport passaria a precisar de três gols: dois seus, para virar o jogo, e um de Ponte Preta ou Atlético Goianiense.
Gazeta Press


  O gol que saiu em Goiânia só piorou a situação. Aos 43 minutos, Rafael aproveitou erro de Gustavo para fazer Bahia 1 x 0 Atlético Goianiense. O Sport passou a depender de um milagre. No Serra Dourada, eram jogados 43 minutos da segunda etapa; no Canindé, 42. Nos Aflitos, 35.

Às 18h51, o jogo em Goiânia terminou com vitória do Bahia por 1 a 0. No mesmo horário, no Canindé, o relógio marcava 45 minutos para Portuguesa 0 x 0 Ponte Preta. Dois minutos de acréscimo. Nos Aflitos, eram jogados 38.

18h54. O apito final para Portuguesa 0 x 0 Ponte Preta manteve a equipe do Canindé na Série A. Com 41 minutos da segunda etapa nos Aflitos, o Sport estava rebaixado. Saulo chorava. Os jogadores se olhavam dentro do campo, tentando se motivar para os últimos segundos da partida.

A torcida cantava. O time já estava rebaixado, mas ainda restavam os cinco minutos de acréscimos.

Tempo que a torcida do Náutico usou para festejar o rebaixamento do rival e uma vaga na Sul-Americana; tempo em que a torcida do Sport prestou uma homenagem ao time, como se o Sport estivesse vencendo, como se estivesse sendo campeão brasileiro, como se o rebaixamento não significasse o fim, mas apenas um recomeço.

Um recomeço que o Sport terá de viver em 2013. O recomeço do qual Portuguesa e Bahia escaparam.

Às 19h02, o árbitro Marcelo de Lima Henrique pediu a bola. Terminava a mais intensa batalha da última rodada do Campeonato Brasileiro.

 

 

ESPN

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ponte Preta vence Náutico de virada e põe fim a jejum sem vitórias

 

  Acabou o jejum de vitórias da Ponte Preta no Campeonato Brasileiro. Depois de seis rodadas, a equipe campineira voltou a triunfar na competição nacional. Nesta quarta-feira, a Ponte contou com o apoio de sua torcida e conseguiu uma ‘virada relâmpago’ sobre o Náutico: 2 a 1. O duelo, válido pela 29ª rodada do Brasileirão, aconteceu no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Com o resultado positivo, a Ponte Preta se afasta da temida zona de rebaixamento. A equipe paulista, agora, soma 37 pontos, abrindo dez de vantagem para o Sport, primeiro integrante da zona da degola. O Sport atua somente nesta quinta-feira, diante do Grêmio. O Náutico, por sua vez, também soma 37 pontos. O time do técnico Alexandre Gallo continua vivendo a sina de não conseguir vitórias fora de casa. Por outro lado, o Náutico sustenta uma bela campanha nos Aflitos.

Nesta quarta-feira, o Náutico abriu o placar logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Patrick lançou para Douglas Santos, que dominou e bateu cruzado para o fundo da rede. Na segunda etapa, a Ponte Preta chegou ao empate aos 28 minutos. Giancarlo fez o cruzamento na medida para Rildo, que mandou de cabeça para o fundo do gol. Pouco depois, aos 32, a equipe da casa virou. Marcinho bateu pênalti com força, no canto do goleiro do Náutico.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta visita o líder Fluminense, no domingo. Já o Náutico retorna aos Aflitos para duelar contra o desesperado Palmeiras, também no domingo.

O jogo

   Embalado pela vitória diante do Corinthians, o Náutico entrou no Majestoso sem dar chances para a Ponte Preta respirar. Logo aos quatro minutos, o lateral esquerdo Douglas Santos recebeu na intermediária, avançou e, da entrada da área, bateu rasteiro e cruzado para vencer o goleiro Édson Bastos.

O Náutico chegou com perigo mais uma vez no início da partida, mas o forte chute de Kim passou raspando o travessão alvinegro. Também de fora da área, foi a primeira chance da Ponte. Nikão aproveitou espaço na zaga pernambucana e soltou o pé para boa defesa de Felipe.

Aos 28 minutos, um lance polêmico levantou a torcida no Moisés Lucarelli. Rildo fez jogada individual, trombou com o ex-pontepretano Jean Rolt e pediu pênalti, mas a arbitragem nada marcou.

Na volta do intervalo, o Náutico quis repetir a pressão do começo do jogo e chegou com perigo em chute de Rogério defendido por Édson Bastos. A resposta campineira saiu dos pés de Luan, que limpou dois marcadores e obrigou Felipe a espalmar no susto.

No desespero, Guto Ferreira sacou Roger para a entrada do grandalhão Giancarlo e passou a apostar nos chuveirinhos na área. Mas foi o baixinho Rildo quem resolveu. João Paulo cruzou da esquerda e o atacante apareceu na área para deixar tudo igual em Campinas.

No lance seguinte, o inspirado Luan foi derrubado por Souza na grande área e a Ponte Preta teve um pênalti marcado a seu favor, algo que não acontecia há mais de seis meses. Na cobrança, o experiente Marcinho não vacilou e alcançou a virada.

Atrás no placar em Campinas, o Náutico se mandou para o ataque e Édson Bastos apareceu para salvar forte chute do lateral direito Patric. Minutos depois, o ala alvirrubro entrou de maneira criminosa em Luan e foi expulso, encerrando de vez os planos de Alexandre Gallo de conquistar a trinca e colaborando para a Ponte Preta se tranquilizar na briga contra a degola.

 

ESPN

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Kieza marca na reestreia e define vitória do Timbu sobre a Ponte Preta nos Aflitos

O atacante Kieza retornou ao Náutico marcando gol. Foto: Aldo Carneiro/Gazeta Press

O atacante Kieza retornou ao Náutico marcando gol
Foto: Aldo Carneiro/Gazeta Press

   Após vencer o Palmeiras e golear o Coritiba, a Ponte Preta perdeu nesta quarta-feira para o Náutico por 3 a 0, pela décima rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O personagem do confronto foi o atacante Kieza, que reestreou pelo time recifense fazendo dois gols. O jogador, que também já vestiu a camisa da equipe campineira, estava no futebol árabe.

Com o triunfo, os comandados do técnico Alexandre Gallo somaram 13 pontos e se distanciaram de vez da zona do rebaixamento. A Ponte Preta, por outro lado, permaneceu com 15 e desperdiçou a chance de se aproximar do G-4, grupo dos quatro primeiros que garantem vaga na Copa Libertadores do ano que vem. Além disso, o treinador Gilson Kleina, que completou o centésimo duelo no comando do time, não teve motivos para comemorar.

No próximo domingo, o Náutico buscará outro bom resultado em Barueri (SP) contra o Palmeiras. Enquanto isso, a Ponte Preta, no mesmo dia, receberá o Fluminense, no Estádio Moisés Lucarelli.

O jogo:
A partida começou movimentada nos Aflitos. Os dois times mostraram vontade em atacar. O Náutico, aos 11min, criou a primeira chance perigosa. Elicarlos recebeu na entrada da área e bateu rasteiro. Edson Bastos espalmou para escanteio e manteve o placar inalterado.

Da metade do primeiro tempo até o intervalo, o ritmo caiu. As equipes passaram a prender mais a bola e a apostar nos cruzamentos na área. Aos 35min, no entanto, Rhayner girou e, de dentro da área, chutou. O goleiro campineiro Edson Bastos não segurou e Kieza, com as redes livres, empurrou para dentro. O artilheiro da Série B do ano passado marcou na sua reestreia pelo clube pernambucano.

O segundo tempo começou alucinante também. Na marca dos 5min, o atacante Rhayner arrancou do meio de campo, deixou para trás três marcadores e exagerou na hora de driblar Edson Bastos, que voou nos pés do adversário e agarrou. Araújo estava se livre na pequena área. A jogada, contudo, foi um presságio.

Aos 15min, Souza, revelado pelo Palmeiras, tabelou com Araújo, invadiu a área e disparou: 2 a 0 para o Náutico, que fechou a conta aos 42min. O iluminado Kieza recebeu passe dentro da área, arrematou forte e anotou mais um.

 

Terra

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