Noite de gala

Na sua despedida Marcos faz de pênalti e emociona torcedor alviverde.

Vexame Gunner

Arsenal cai nos pênaltis e é eliminado para time da quarta divisão .

Novela terminando...

Dunga deve fechar com o Inter nessa quarta.

Ibra brilha novamente

Atacante marca três e PSG goleia no Francês.

Avançou

Com time misto, Roma bate Atalanta e avança na Copa da Itália.

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sábado, 5 de janeiro de 2013

Riquelme anuncia que não voltará ao Boca: “Tenho palavra”

Craque argentino comunicou sua decisão à diretoria do clube e, posteriormente, à imprensa

Riquelme - Boca Juniors (Foto: AFP)
Riquelme não volta ao Boca (Foto: AFP)

    O meia Juan Román Riquelme não joga mais pelo Boca Juniors. O anúncio foi feito pelo próprio jogador, que visitou a sede do clube neste sábado e comunicou sua decisão à diretoria.

- Estou dizendo que não volto ao Boca. Fiz o que tinha que fazer. Comuniquei ao treinador e ao presidente o mesmo que já tinha dito na casa de Bianchi. Pensei até o último momento pelo técnico, mas não posso mudar uma decisão que tomei - afirmou o camisa 10.

O jogador conversou no vestiário com o presidente Daniel Angelici e com o técnico Carlos Bianchi, que voltou para comandar o clube nesta temporada e pediu pelo retorno do jogador. Não adiantou. Após a reunião, Riquelme comunicou à imprensa a sua decisão.

- Eu amo este clube, tenho muitas recordações e o Boca será sempre a minha casa. Mas tenho palavra - explicou o meia, objeto de desejo de alguns clubes brasileiros.

Enquanto isso, o futuro do argentino segue indefinido:

- Se tiver a possibilidade de jogar, vou jogar. Aqui, vai ser difícil. Agora vou para minha casa tomar mate e viver a vida que levou há seis meses, estou indo muito bem - finalizou.

 

LANCENET

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Supermico: Após apagões, duelo entre Argentina e Brasil é cancelado

Refletor queimou no estádio em Resistencia, antes do Superclássico Brasil x Argentina
Refletor queimou no estádio em Resistencia, antes do Superclássico Brasil x Argentina
O segundo jogo do Superclássico das Américas, entre Argentina e Brasil, transformou-se em um mico histórico. Depois de três apagões no Estádio de Resistência, o árbitro Enrique Osses encaminhou as duas equipes para os vestiários; e, após 20 minutos de espera e um atraso total de uma hora, a notícia foi confirmada: o jogo estava cancelado.
A cidade de Resistência, na divisa com o Paraguai, foi escolhida para receber a partida por razões políticas, para agradar à presidenta Christian Kirchner. O Estádio Centenário, acanhado e com pouco público, começou a sofrer com problemas de energia nas horas anteriores ao início da partida.
Getty
Jogadores brasileiros reunidos no gramado antes da decisão do cancelamento da partida em Resistencia
Jogadores brasileiros reunidos no gramado em Resistencia
Após dois apagões, as seleções foram para o gramado fazer aquecimento. Mas, minutos antes da partida – após os hinos nacionais – uma nova queda de energia adiou o início do jogo. Os jogadores tocaram bola por meia hora, até que o prazo limite foi atingido.
Embora o árbitro Enrique Osses ainda pudesse esperar por mais tempo, os dirigentes de CBF e AFA entraram em acordo para que, se a luz não voltasse até as 23h05, a partida fosse cancelada.
“Tudo que envolve política no futebol dá esses problemas. Com certeza aqui foi um jogo político para esse estádio aqui. A gente fica triste por causa do público, mas é isso que dá”, disse Andrés Sanchez, diretor de seleções da CBF.
E a taça? Com o adiamento da partida de Resistência, o Superclássico das Américas fica sem um vencedor definido. Os brasileiros venceram o primeiro jogo por 2 a 1, em Goiânia e jogariam por um empate na segunda partida.
"Teoricamente o Brasil é campeão, mas isso será decidido em uma reunião nos próximos dias", disse Andrés Sanchez. A realização da partida em nova data está praticamente descartada. Em 2011, o Brasil venceu a primeira edição do Superclássico

ESPN

sábado, 15 de setembro de 2012

Riquelme anuncia saída do Boca, mas não dá pistas sobre seu futuro

Riquelme durante a final da Libertadores, perdida para o Corinthians no Pacaembu

Riquelme durante a final da Libertadores, perdida para o Corinthians no Pacaembu

O meia Riquelme foi à Bombonera no início da noite desta sexta-feira para esclarecer a saída do clube onde se tornou ídolo e defendeu pela última vez na final da Copa Libertadores da América deste ano, quando o Boca Juniors perdeu para o Corinthians no Pacaembu e ficou com o vice. Durante a conversa com os jornalistas, o argentino se mostrou bastante tranquilo com a decisão de deixar o clube, e orgulhoso da última impressão como jogador do time que se diz torcedor.

  "Estou orgulhoso de ter defendido essas cores. Esse clube me deu tudo e sempre serei agradecido. Não sei o que vou fazer, tenho que falar com minha família. Irei de férias com meus filhos, minha esposa".
"Queria ganhar a Copa outra vez. Quis ganhar e não pude. Mas me vou jogando bem. Prefiro que meu filho esteja contente que o pai dele se foi jogando uma final de Copa. Pode ser que me vou de uma maneira rar, porque jogamos como visitante a última partida. A final perdemos, o Corinthians é um justo campeão. Mas foi um ano e meio maravilhoso onde joguei bem. Diziam que eu tinha de voltar à seleção, então joguei bem", disse Riquelme.  

Nesta sexta-feira, perguntado se o jogador argentino seria um bom reforço para o Santos, o técnico Muricy Ramalho elogiou, mas foi cauteloso. “É difícil achar um substituto para o Ganso. É um jogador canhoto, que pensa. A gente não sabe como está o Riquelme, ele não joga há um tempo, desde a final da Libertadores. No Boca a gente percebia que tem que armar um esquema para que ele jogue livre e isso é difícil aqui no Brasil. Com certeza é um grande nome, com muita experiência e seria um prazer ter ele aqui. Mas tem que ver como está a parte física”.
Antes, pouco depois da final da Libertadores, o Flamengo chegou a ter conversas avançadas com o jogador, que teria se negado a ir para o clube carioca, entre outros motivos, por causa da pressão da torcida, como depois informou o dirigente rubro-negro Zinho.

 

ESPN

sábado, 8 de setembro de 2012

Messi marca, Argentina bate Paraguai e vira líder

Argentina x Paraguai - Gol do Messi (Foto: Juan Mabromata/AFP)

   A seleção argentina dominou o confronto e venceu o Paraguai, por 3 a 1, nesta sexta-feira à noite, na cidade de Córdoba. Di María, Higuaín e Messi fizeram os gols dos donos da casas, enquanto Fabbro, de pênalti, descontou.

Com o resultado, a Argentina assumiu a liderança das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2014, com 13 pontos, um a mais do que Chile e Equador. Já o Paraguai está na oitava e  penúltima colocação com apenas quatro pontos.

Logo no primeiro minuto, os paraguaios chegaram ao ataque e ganharam escanteio, mas os argentinos recuperaram a bola e deram a resposta em grande estilo. No contra-ataque, a bola passou de pé em pé e chegou para Ángel Di María bater colocado e contar com desvio em Ezequiel Lavezzi para vencer o goleiro Justo Villar.

Aos 17 minutos, os visitantes chegaram ao empate. O meia Jonathan Fabbro, argentino naturalizado paraguaio, cobrou o pênalti cometido por Rodrigo Braña com força e não deu chances para Sergio Romero. Sumido na partida, Gonzalo Higuaín mostrou o faro de artilheiro e, aos 30 minutos, bateu cruzado para recolocar os hermanos em vantagem.

Messi criava as melhores oportunidades de gol, mas esbarrava na dura marcação guarani e na trave. Aos 18 minutos da segunda etapa, no entanto, o camisa 10 desequilibrou. Em cobrança de falta venenosa, a bola “fugiu” de Villar, tocou na trave e morreu nas redes paraguais.

No desespero, o Paraguai chegou ao gol em jogada aérea, mas o flamenguista Victor Cáceres estava impedido e foi flagrado pelo trio de arbitragem brasileiro formado por Wilson Luiz Seneme e pelos bandeiras Emerson de Carvalho e Alessandro Rocha.

Na reta final da partida, Pablo Guiñazu, do Internacional, entrou na vaga de Di María e participou do bom toque de bola do time de Sabella. A vitória por 3 a 1 coloca a Argentina na liderança das Eliminatórias. Na próxima rodada, os argentinos encaram o Peru fora de casa, enquanto o Paraguai recebe a Venezuela.

 

ESPN

Messi marca, Argentina bate Paraguai e vira líder

Argentina x Paraguai - Gol do Messi (Foto: Juan Mabromata/AFP)

   A seleção argentina dominou o confronto e venceu o Paraguai, por 3 a 1, nesta sexta-feira à noite, na cidade de Córdoba. Di María, Higuaín e Messi fizeram os gols dos donos da casas, enquanto Fabbro, de pênalti, descontou.

Com o resultado, a Argentina assumiu a liderança das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2014, com 13 pontos, um a mais do que Chile e Equador. Já o Paraguai está na oitava e  penúltima colocação com apenas quatro pontos.

Logo no primeiro minuto, os paraguaios chegaram ao ataque e ganharam escanteio, mas os argentinos recuperaram a bola e deram a resposta em grande estilo. No contra-ataque, a bola passou de pé em pé e chegou para Ángel Di María bater colocado e contar com desvio em Ezequiel Lavezzi para vencer o goleiro Justo Villar.

Aos 17 minutos, os visitantes chegaram ao empate. O meia Jonathan Fabbro, argentino naturalizado paraguaio, cobrou o pênalti cometido por Rodrigo Braña com força e não deu chances para Sergio Romero. Sumido na partida, Gonzalo Higuaín mostrou o faro de artilheiro e, aos 30 minutos, bateu cruzado para recolocar os hermanos em vantagem.

Messi criava as melhores oportunidades de gol, mas esbarrava na dura marcação guarani e na trave. Aos 18 minutos da segunda etapa, no entanto, o camisa 10 desequilibrou. Em cobrança de falta venenosa, a bola “fugiu” de Villar, tocou na trave e morreu nas redes paraguais.

No desespero, o Paraguai chegou ao gol em jogada aérea, mas o flamenguista Victor Cáceres estava impedido e foi flagrado pelo trio de arbitragem brasileiro formado por Wilson Luiz Seneme e pelos bandeiras Emerson de Carvalho e Alessandro Rocha.

Na reta final da partida, Pablo Guiñazu, do Internacional, entrou na vaga de Di María e participou do bom toque de bola do time de Sabella. A vitória por 3 a 1 coloca a Argentina na liderança das Eliminatórias. Na próxima rodada, os argentinos encaram o Peru fora de casa, enquanto o Paraguai recebe a Venezuela.

 

ESPN

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

No duelo argentino pela Sul-Americana, Colón vence Racing e fica em vantagem

 

Cólon vence Racing e sai na frente

   O Colón derrotou, nesta quinta-feira, o Racing por 3 a 1 em um dos embates argentinos da Copa Sul-Americana. Com o resultado, a equipe do interior pode empatar em Avellaneda, na próxima quinta, que avançará às oitavas de final do torneio continental.

A equipe que passar enfrentará o ganhador do confronto entre Cerro Porteño, do Paraguai, e Mineros de Guayana, da Venezuela. A primeira partida entre eles será na quarta-feira que vem.

O jogo

O primeiro tempo no Estádio Estanislao López, na cidade de Colón, teve um personagem especial. Substituindo o titular Saha (ex-jogador do Grêmio), o goleiro De Olivera fechou o gol do Racing nos primeiros 45 minutos.

  A primeira grande intervenção ocorreu aos 11min. Após cruzamento pela direita, o atacante Gigliotti, livre dentro da área, cabeceou bem no canto, obrigando De Olivera a se esticar todo para mandar para a linha de fundo.

Inofensivo, o Racing foi ameaçado novamente aos 30min. Depois de soltar chute de Mugni, De Olivera precisou se jogar para aparar o arremate à queima-roupa de Gigliotti. Na sequência do lance, Prediger arriscou de longe e testou novamente o arqueiro rival, que, atento, espalmou para fora.

A pressão do Colón se manteve intacta na segunda etapa. E, ao contrário do primeiro tempo, surtiu efeito. Logo no primeiro minuto, os anfitriões balançaram a rede.

Mugni recebeu a bola na intermediária tirando um marcador com o corpo, carregou e, na entrada da área, deu um toque sutil por cima. Um golaço.

Em desvantagem no placar, o Racing não entregou os pontos e respondeu três minutos depois. O veterano Camoranesi (campeão mundial com a Itália em 2006) ganhou na raça e acionou Hauce, que deu uma cavadinha para deixar tudo igual.

O Colón não diminuiu o ritmo. E, aos 13min, voltou a liderar o marcador. Após boa trama, Gigliotti, na entrada da área, encontrou Curuchet passando pela esquerda. O meia bateu rasteiro e descontou.

Por fim, o time da casa, aos 43min, anotou mais um e ficou em uma situação confortável. Graciani recebeu próximo à área e encobriu o goleiro rival, marcando um belo gol.

 

Terra

No duelo argentino pela Sul-Americana, Colón vence Racing e fica em vantagem

 

Cólon vence Racing e sai na frente

   O Colón derrotou, nesta quinta-feira, o Racing por 3 a 1 em um dos embates argentinos da Copa Sul-Americana. Com o resultado, a equipe do interior pode empatar em Avellaneda, na próxima quinta, que avançará às oitavas de final do torneio continental.

A equipe que passar enfrentará o ganhador do confronto entre Cerro Porteño, do Paraguai, e Mineros de Guayana, da Venezuela. A primeira partida entre eles será na quarta-feira que vem.

O jogo

O primeiro tempo no Estádio Estanislao López, na cidade de Colón, teve um personagem especial. Substituindo o titular Saha (ex-jogador do Grêmio), o goleiro De Olivera fechou o gol do Racing nos primeiros 45 minutos.

  A primeira grande intervenção ocorreu aos 11min. Após cruzamento pela direita, o atacante Gigliotti, livre dentro da área, cabeceou bem no canto, obrigando De Olivera a se esticar todo para mandar para a linha de fundo.

Inofensivo, o Racing foi ameaçado novamente aos 30min. Depois de soltar chute de Mugni, De Olivera precisou se jogar para aparar o arremate à queima-roupa de Gigliotti. Na sequência do lance, Prediger arriscou de longe e testou novamente o arqueiro rival, que, atento, espalmou para fora.

A pressão do Colón se manteve intacta na segunda etapa. E, ao contrário do primeiro tempo, surtiu efeito. Logo no primeiro minuto, os anfitriões balançaram a rede.

Mugni recebeu a bola na intermediária tirando um marcador com o corpo, carregou e, na entrada da área, deu um toque sutil por cima. Um golaço.

Em desvantagem no placar, o Racing não entregou os pontos e respondeu três minutos depois. O veterano Camoranesi (campeão mundial com a Itália em 2006) ganhou na raça e acionou Hauce, que deu uma cavadinha para deixar tudo igual.

O Colón não diminuiu o ritmo. E, aos 13min, voltou a liderar o marcador. Após boa trama, Gigliotti, na entrada da área, encontrou Curuchet passando pela esquerda. O meia bateu rasteiro e descontou.

Por fim, o time da casa, aos 43min, anotou mais um e ficou em uma situação confortável. Graciani recebeu próximo à área e encobriu o goleiro rival, marcando um belo gol.

 

Terra

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